Caxias do Sul tem um sistema de coleta de recicláveis parecido com o de Valinhos (containers), só que no caso de Caxias é feito com competência, gerando renda e alimentação para a população.
Uma aula para nossos governantes.
Veja a matéria aqui
28 de maio de 2012
23 de maio de 2012
Caverna é explorada pela 1ª na Serra dos Cocais
Mais uma cavernas da Serra dos Cocais é explorada. Temos muitas outras ainda a descobrir.
14 de maio de 2012
Da horta urbana para o prato

Que bom seria viver numa cidade onde os moradores pudessem comprar alimentos frescos, orgânicos, diretamente das mãos dos agricultores, sem intermediação nem as filas dos supermercados. Isso existe. Basta se dirigir à “horta urbana”, escolher as verduras e legumes que ainda estão na terra, pagar ao produtor que cuida dessa área e, simples assim, contribuir para a perpetuação da atividade.
Há 20 anos, essa rotina garante o suprimento de hortaliças a mercados, hotéis, restaurantes e a mais da metade da população do município de Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso. Sem falar nos consumidores da capital Cuiabá, que viajam 60 quilômetros para prestigiar a única experiência conhecida no estado, que se vangloria por suprir o mundo com soja, mas não consegue investir nos itens básicos na mesa dos brasileiros. “Nos finais de semana, o pessoal de Cuiabá vem todo comprar aqui. Você tem que ver, não sobra nada”, conta Flori Voos, coordenador da Horta Comunitária Santa Edviges.
Há 20 anos, essa rotina garante o suprimento de hortaliças a mercados, hotéis, restaurantes e a mais da metade da população do município de Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso. Sem falar nos consumidores da capital Cuiabá, que viajam 60 quilômetros para prestigiar a única experiência conhecida no estado, que se vangloria por suprir o mundo com soja, mas não consegue investir nos itens básicos na mesa dos brasileiros. “Nos finais de semana, o pessoal de Cuiabá vem todo comprar aqui. Você tem que ver, não sobra nada”, conta Flori Voos, coordenador da Horta Comunitária Santa Edviges.
11 de maio de 2012
Mineração ameaça a Mata de Santa Genebra

Vista da Mata de Santa Genebra, que possui 2,7 milhões de metros quadrados: área preservada
(Foto: Flávio Grieger/AAN)
Fundação encontrou cinco pedidos de pesquisa ou lavra de minérios que podem afetar reserva
Maria Teresa Costa
O Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema) vai definir hoje uma resolução para impedir um novo impacto à Mata de Santa Genebra, a segunda maior reserva urbana do País: a atividade de mineração próximo da mata. Funcionários da Fundação José Pedro de Oliveira, que administra a reserva, encontraram pelo menos cinco pedidos de autorização para pesquisa ou lavra de minérios como basalto, brita e diabásico, tramitando em órgãos da União e do Estado.
A preocupação é que a mineração possa impactar a reserva florestal, sem que o Município tenha condições de impedir a instalação da atividade. Campinas é a segunda maior produtora de brita do Estado.
O presidente do Condema, Rafael Moya, disse que é essencial um Estudo de Impacto Ambiental (EIA-Rima) para ser avaliado o impacto que a atividade pode causar à mata. Assoreamento dos corpos de água, barulho que afete a vida animal naquela floresta urbana ...
Para continuar lendo a notícia CLIQUE AQUI.
Maria Teresa Costa
O Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema) vai definir hoje uma resolução para impedir um novo impacto à Mata de Santa Genebra, a segunda maior reserva urbana do País: a atividade de mineração próximo da mata. Funcionários da Fundação José Pedro de Oliveira, que administra a reserva, encontraram pelo menos cinco pedidos de autorização para pesquisa ou lavra de minérios como basalto, brita e diabásico, tramitando em órgãos da União e do Estado.
A preocupação é que a mineração possa impactar a reserva florestal, sem que o Município tenha condições de impedir a instalação da atividade. Campinas é a segunda maior produtora de brita do Estado.
O presidente do Condema, Rafael Moya, disse que é essencial um Estudo de Impacto Ambiental (EIA-Rima) para ser avaliado o impacto que a atividade pode causar à mata. Assoreamento dos corpos de água, barulho que afete a vida animal naquela floresta urbana ...
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Lei protege a Serra do Japi, mas deixa brecha:
Com fim da retroatividade, empreendimentos com diretrizes podem construir. É difícil, mas brecha existe.
fonte:
http://redebomdia.com.br/noticia/detalhe/21096/Blindagem+da+Serra+do+Japi+passa+com+emendas
Matéria retirada, na íntegra, do jornal BOMDIA
A chamada lei do congelamento de novos empreendimentos na Serra do Japi, enviada à Câmara em fevereiro pelo prefeito Miguel Haddad (PSDB), foi aprovada nesta terça-feira (8) com emendas que isentam projetos que já estejam tramitando na prefeitura e, em vez de cinco anos, como queria o Executivo, passa a valer até a aprovação da legislação substituta da Lei 417, de 2004, em revisão.
Os dois delegados em mandato, Paulo Sérgio Martins (PPS) e Fernando Bardi (PDT), alegaram ilegalidade e votaram contra, assim como a bancada do PT.
Outros dez vereadores votaram a favor da proposta. “Somos da base de governo”, justifica José Galvão Braga Campos, o Tico (PSDB). O único ausente da sessão foi Val Freitas (PV).
De acordo com o secretário Jaderson Spina, de Planejamento e Meio Ambiente, tramitam hoje os pedidos de diretrizes (que orientam projetos) já conhecidos de empreendimentos nas fazendas Rio das Pedras e Ermida. E ele acha ser muito difícil que tenham aprovação. “Isso passa pelos conselhos setoriais e não é tão fácil saírem”, ponderou. Mesmo assim, sobraram as brechas.
A chamada lei do congelamento de novos empreendimentos na Serra do Japi, enviada à Câmara em fevereiro pelo prefeito Miguel Haddad (PSDB), foi aprovada nesta terça-feira (8) com emendas que isentam projetos que já estejam tramitando na prefeitura e, em vez de cinco anos, como queria o Executivo, passa a valer até a aprovação da legislação substituta da Lei 417, de 2004, em revisão.
Os dois delegados em mandato, Paulo Sérgio Martins (PPS) e Fernando Bardi (PDT), alegaram ilegalidade e votaram contra, assim como a bancada do PT.
Outros dez vereadores votaram a favor da proposta. “Somos da base de governo”, justifica José Galvão Braga Campos, o Tico (PSDB). O único ausente da sessão foi Val Freitas (PV).
De acordo com o secretário Jaderson Spina, de Planejamento e Meio Ambiente, tramitam hoje os pedidos de diretrizes (que orientam projetos) já conhecidos de empreendimentos nas fazendas Rio das Pedras e Ermida. E ele acha ser muito difícil que tenham aprovação. “Isso passa pelos conselhos setoriais e não é tão fácil saírem”, ponderou. Mesmo assim, sobraram as brechas.
http://redebomdia.com.br/noticia/detalhe/21096/Blindagem+da+Serra+do+Japi+passa+com+emendas
Enviado por: Débora Fiorini
10 de maio de 2012
9 de maio de 2012
4 de maio de 2012
Brasil coleta 183,5 mil toneladas de resíduos sólidos/ dia
Coleta de lixo urbana é superior a 98% das casas, mas na área rural o índice é de 33%
Nesta quarta-feira, 25, o Ipea lançou o Comunicado 145 – Plano Nacional de Resíduos Sólidos: diagnóstico dos resíduos urbanos, agrosilvopastoris e a questão dos catadores, em Brasília. A apresentação foi mediada pelo assessor técnico da Presidência, André Viana. Apresentado por Igor Ferraz, Jorge Hargrave, Regina Helena e Albino Alvarez, o estudo abordou a situação geral da coleta de lixo no país.
Segundo a pesquisa, são coletadas 183,5 mil toneladas de resíduos sólidos por dia no Brasil, em 90% do total de domicílios, o que representa 98% das moradias urbanas, mas apenas 33% das rurais. A matéria orgânica representa 51,4% do lixo diário, e apenas 31,9% é composto de material reciclável (alumínio, plásticos, papel, aço, metais e vidro).
Albino Alvarez pontuou que o Plano Nacional de Resíduos Sólidos “rompe com imobilismo legislativo de 20 anos”. Coleta geral de lixo já abarcou grande parte da população nacional, mas a questão, segundo ele, é a destinação adequada desse lixo. “É possível que a meta de extinguir os lixões até 2014 é possível?”, questionou.
A coleta seletiva ainda é insuficiente e está concentrada nas regiões mais desenvolvidas do país, Sul e Sudeste. Jorge Hargrave afirmou que os esforços devem se concentrar nas regiões mais pobres e municípios menores. Consolidar programas de coleta seletiva de grandes cidades em municípios menores, para ele, é uma solução viável.
Catadores
A dificuldade de precisar a quantidade de catadores atuantes no Brasil se encontra no preconceito social em torno da profissão, disse Igor Ferraz. O IBGE alega que existem atualmente 70 mil, os institutos Cáritas e Póllis dão conta de 500 mil pessoas. Já o Pangea/UFBA e o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis afirmam que há no Brasil 800 mil trabalhadores da catação de recicláveis. O intervalo sugerido no Comunicado, levando em consideração todas essas fontes, fica em 400 mil e 600 mil catadores.
Das cooperativas existentes, que atendem a apenas 10% dos catadores, existem as que contam com equipamentos adequados, as de médias eficiências e as de baixa eficiência. O estudo aponta que 60% dessas organizações estão nos graus mais baixos de eficiência. A renda média dessa categoria de trabalhadores, aproximada, fica abaixo do salário mínimo, entre R$ 420 e R$ 520.
Resíduos agrosilvopastoris
“Se todos resíduos da produção da cana de açúcar fossem reaproveitados para a geração de energia, o potencial energético gerado seria maior que o da usina de Itaipu”, destacou a pesquisadora Regina Helena. As 13 maiores culturas de plantio praticadas no país totalizam por ano 291, 1 milhões de toneladas de resíduos. O total energético gerado seria de 22.999 MW/ano.
Na pecuária, foram considerados os dejetos da criação e da indústria primaria, o que soma 1.705 bilhões de toneladas de resíduos, que teriam um potencial energético de apenas 1.300 MW/ano. A silvicultura produz anualmente 38,5 milhões de toneladas de resíduos, sendo 15,7 milhões gerados na colheita em tora e 22,9 milhões pelo processamento mecânico. Esse montante resultaria em 1.604 MW de energia por ano.
Leia a íntegra do Comunicado 145 - Plano Nacional de Resíduos Sólidos: diagnóstico dos resíduos urbanos, agrosilvopastoris e a questão dos catadores
Nesta quarta-feira, 25, o Ipea lançou o Comunicado 145 – Plano Nacional de Resíduos Sólidos: diagnóstico dos resíduos urbanos, agrosilvopastoris e a questão dos catadores, em Brasília. A apresentação foi mediada pelo assessor técnico da Presidência, André Viana. Apresentado por Igor Ferraz, Jorge Hargrave, Regina Helena e Albino Alvarez, o estudo abordou a situação geral da coleta de lixo no país.
Segundo a pesquisa, são coletadas 183,5 mil toneladas de resíduos sólidos por dia no Brasil, em 90% do total de domicílios, o que representa 98% das moradias urbanas, mas apenas 33% das rurais. A matéria orgânica representa 51,4% do lixo diário, e apenas 31,9% é composto de material reciclável (alumínio, plásticos, papel, aço, metais e vidro).
Albino Alvarez pontuou que o Plano Nacional de Resíduos Sólidos “rompe com imobilismo legislativo de 20 anos”. Coleta geral de lixo já abarcou grande parte da população nacional, mas a questão, segundo ele, é a destinação adequada desse lixo. “É possível que a meta de extinguir os lixões até 2014 é possível?”, questionou.
A coleta seletiva ainda é insuficiente e está concentrada nas regiões mais desenvolvidas do país, Sul e Sudeste. Jorge Hargrave afirmou que os esforços devem se concentrar nas regiões mais pobres e municípios menores. Consolidar programas de coleta seletiva de grandes cidades em municípios menores, para ele, é uma solução viável.
Catadores
A dificuldade de precisar a quantidade de catadores atuantes no Brasil se encontra no preconceito social em torno da profissão, disse Igor Ferraz. O IBGE alega que existem atualmente 70 mil, os institutos Cáritas e Póllis dão conta de 500 mil pessoas. Já o Pangea/UFBA e o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis afirmam que há no Brasil 800 mil trabalhadores da catação de recicláveis. O intervalo sugerido no Comunicado, levando em consideração todas essas fontes, fica em 400 mil e 600 mil catadores.
Das cooperativas existentes, que atendem a apenas 10% dos catadores, existem as que contam com equipamentos adequados, as de médias eficiências e as de baixa eficiência. O estudo aponta que 60% dessas organizações estão nos graus mais baixos de eficiência. A renda média dessa categoria de trabalhadores, aproximada, fica abaixo do salário mínimo, entre R$ 420 e R$ 520.
Resíduos agrosilvopastoris
“Se todos resíduos da produção da cana de açúcar fossem reaproveitados para a geração de energia, o potencial energético gerado seria maior que o da usina de Itaipu”, destacou a pesquisadora Regina Helena. As 13 maiores culturas de plantio praticadas no país totalizam por ano 291, 1 milhões de toneladas de resíduos. O total energético gerado seria de 22.999 MW/ano.
Na pecuária, foram considerados os dejetos da criação e da indústria primaria, o que soma 1.705 bilhões de toneladas de resíduos, que teriam um potencial energético de apenas 1.300 MW/ano. A silvicultura produz anualmente 38,5 milhões de toneladas de resíduos, sendo 15,7 milhões gerados na colheita em tora e 22,9 milhões pelo processamento mecânico. Esse montante resultaria em 1.604 MW de energia por ano.
Leia a íntegra do Comunicado 145 - Plano Nacional de Resíduos Sólidos: diagnóstico dos resíduos urbanos, agrosilvopastoris e a questão dos catadores
2 de maio de 2012
Movimento quer criar maior parque da região de Campinas
O movimento é popular porque atende a uma necessidade e carência do povo campineiro, que não vê parques serem criados em Campinas há muio tempo. Campinas é uma cidade carente de áreas verdes de visitação. O prefeito de Campinas, Sr. Serafim, pode dar esse grande presente à população, a maior conquista em espaços públicos da história de Campinas, reconhecendo o interesse público da área da fazenda Rio das Pedras e declarando-a Área de Interesse Público, que sinaliza para a criação de um parque.
25 de abril de 2012
Verba da APA Campinas está bloqueada
Enquanto o Congeapa (Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental de Campinas) permanece sem diretoria, uma verba de R$ 300 mil liberada pela Petrobras, a título de compensação ambiental, permanece bloqueada. O dinheiro, disponível desde o ano passado, deve ser usado no plano de manejo da APA, segundo a ex-presidente do Congeapa Giselda Person.
A condução desses recursos teria sido uma das causas do racha na entidade, evidenciado na semana passada após a assembleia de conselheiros terminar em pancadaria. A reunião era presidida pelo secretário de Planejamento, Alair Roberto Godoy. Uma nova assembleia foi marcada para o dia 3 de maio, quando será escolhida a diretoria para o próximo biênio.
Segundo Giselda, a área de proteção ambiental representa um terço do território de Campinas. Levantamentos indicam que na região existem 68 espécies de mamíferos, 250 espécies de aves, 40 de répteis e 45 de anfíbios. | MV
A condução desses recursos teria sido uma das causas do racha na entidade, evidenciado na semana passada após a assembleia de conselheiros terminar em pancadaria. A reunião era presidida pelo secretário de Planejamento, Alair Roberto Godoy. Uma nova assembleia foi marcada para o dia 3 de maio, quando será escolhida a diretoria para o próximo biênio.
Segundo Giselda, a área de proteção ambiental representa um terço do território de Campinas. Levantamentos indicam que na região existem 68 espécies de mamíferos, 250 espécies de aves, 40 de répteis e 45 de anfíbios. | MV
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